‘O cidadão de papel’, de Gilberto Dimenstein, é lançado em versão para iPad

11/07/2011 Livros Publicado pela Redação
‘O cidadão de papel’

Um dos mais completos livros sobre cidadania, ética, meio ambiente e educação ganha espaço no mundo dos tablets. A Editora Ática acaba de lançar “O cidadão de papel – A infância, a adolescência e os Direitos Humanos no Brasil”, do premiado autor e jornalista Gilberto Dimenstein, em versão para iPad. Trata-se do primeiro aplicativo brasileiro de um livro informativo em formato de revista digital.

Desenvolvido pela empresa Digital Pages, o aplicativo é fiel ao livro, no entanto, conta com uma seleção atual de fotos, vídeos, podcasts e gráficos que enriquecem o conteúdo dos textos e ilustram, de forma mais abrangente, os temas abordados.

A versão para iPad, além de apresentar o conteúdo do livro de forma dinâmica, traz uma experiência diferente ao leitor. Conta com recursos que permitem marcar os capítulos preferidos, e os dados estatísticos possuem atualização automática, disponibilizando sempre as informações mais recentes.

O aplicativo também possibilita acesso ao hotsite da obra (www.atica.com.br/cidadaodepapel), que traz notícias selecionadas mensalmente que completam o estudo, além de enquetes que estimulam a participação do leitor. “O cidadão de papel” para iPad pode ser adquirido pela Apple Store ao valor de US$ 24,99.

Sobre o livro
Jogar lixo na rua, deparar com crianças pedindo dinheiro em semáforos ou com carros invadindo a faixa de pedestre. Essas cenas são tão comuns no dia a dia do brasileiro, que já não nos incomodamos com a situação. Buscando conscientizar o jovem sobre a necessidade de uma postura ativa na sociedade, o livro leva a discussões importantes, desperta o olhar crítico e mostra que a resolução dos problemas não depende apenas do governo, mas também do exercício diário de cidadania por cada um de nós.

O cidadão de papel foi publicado pela primeira vez em 1993 e, no ano seguinte, ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro de não-ficção. Desde então, foi reformulado quatro vezes. A versão mais recente contextualiza o ponto de vista de Dimenstein com as mudanças que ocorreram no Brasil desde a última edição do livro: redução das taxas de homicídio, melhoria na distribuição de renda e novas políticas sociais.

O livro é um convite à reflexão sobre a situação do País e à participação ativa do jovem na solução dos problemas sociais e, desse modo, enfim, tirar a cidadania do papel e colocá-la em prática.

Sobre o autor
Gilberto Dimenstein é o jornalista mais reconhecido do Brasil na área social, setor em que começou a atuar já nos anos 1990. Com Dom Paulo Evaristo Arns, ganhou o Prêmio Nacional de Direitos Humanos e o Prêmio Criança e Paz, do UNICEF. Também foi agraciado com a Menção Honrosa da Faculdade de Jornalismo da Universidade Columbia, em Nova York. Com O cidadão de papel, ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de não ficção de 1994.

Fonte: Fernanda Callefo – Linhas Comunicação

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